Quarta-feira, 28.12.11

Revelação!

Olá! Bem, hoje vi um filme chamado "O Fantasma da Ópera" (e sim, agora chega a parte em que eu lhe faço publicidade! xD) o filme é FANTÁSTICO, repito, FANTÁSTICO, recomendo avivamente! Foi um filme realizado por Andrew Lloyd Webber e está deveras incrível! Vou deixar no final do "post" a página na Wikipédia do filme, dêem uma visita por lá se querem saber mais, também vou deixar uma imagem para vocês terem uma ideia do quanto penetrante é o filme!


Avançando: hoje tive a ver os meus comentários e a -VMatos, disse que gostava de saber se sou rapariga ou rapaz! Ah, pois! Antes de revelar quero saber as vossas opiniões e quero saber como é que me acham! xD Portanto comentem aí em baixo ↓ para eu depois revelar! xD

 

 

↑ Imagem da capa do filme "O Fantasma da Ópera". Mais uma coisa o filme é muitoo longo e é preciso muita paciência porque é um filme sinistro. ↑

 

Links:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Fantasma_da_%C3%93pera (Wikipédia em Português)

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Fantasma_da_%C3%93pera_(musical) (Wikipédia do Musical em Português)

http://letras.terra.com.br/fantasma-da-opera/ (Letras das músicas dos filmes)

publicado por Find Who It Is às 23:38 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Capítulo 8 - Mentiras

 

Olá! Em primeiro lugar obrigado pelos elogios! :) Estou muito contente! Em segundo aqui está mais um capítulo:

 

 

P.O.V. Viviana

 

- Hum…Vim cá buscar o… - Tinha que pensar em alguma coisa rápida, olhei para a minha mão esquerda e tinha lá o telemóvel. – Telemóvel! – Apontei para o telemóvel na mão esquerda.

 

- Não o tinhas no bolso? – Perguntou a Sara.

 

- Tinha, mas o despertador começou a tocar quando eu estava na janela e caiu cá para baixo.

 

- E trancas-te a porta do quarto, porquê? – Perguntou a minha mãe.

 

- Para a pirralha não me andar a tirar roupa. – Tentei arranjar uma desculpa que não fosse óbvia.

 

- Vem, mas é para dentro e despacha-te que já são 7:48.

 

- O quê?! 7:48?! Temos que ir para casa da Camila e do Francisco! – Agarrei no pulso da Sara e comecei a correr enquanto a puxava.

 

- Tem calma, ninguém vai morrer se chegar-mos 5 minutos atrasadas a casa deles. – Disse a Sara enquanto se soltava.

 

- Anda lá! – Disse eu enquanto ela ficou parada no mesmo sítio.

 

- Calma faltam as malas.

 

- Okai, então vai lá buscar as malas, enquanto eu agarro no Max.

 

- Está bem!

 

Ela subiu as escadas e eu fui até ao jardim da frente. Ainda consegui ver o Gonçalo no fundo da rua. De repente, senti que me ia desequilibrar. A princípio pensei que tinha sido por ver o Gonçalo, mas depois percebi que, o Max já estava com as patas na minha barriga.

 

- Calma, rapaz! – Ri-me e agarrei-lhe nas patas. Pousei as patas dele no chão e dei-lhe umas festinhas nas costas. Agarrei-o pela coleira e fiz sinal para a Sara sair de casa com as mochilas e com os almoços (razão porque eu vou agarrar no Max).

 

Ela saiu a correr até á estrada principal. Eu larguei o Max e fiz a mesma coisa. Quando cheguei lá fora a Sara deu-me a minha mochila e o meu almoço.

 

- Obrigado, cigana. – Disse eu a rir.

 

- Não tens de quê, vadia! – Ela também se riu. – Vamos primeiro a casa da Camila ou do Francisco?

 

- Da Camila. Hoje de manhã estive com o Francisco e ele disse que só ia se a Camila fosse. – Eu ri-me e dei uma cotovelada ao de leve no braço da Sara.

 

- Aquilo entre eles os dois vai dar história! – Eu e ela estávamos sempre a gozar com o assunto. – Porque demoras-te tanto tempo á apanhar o telemóvel?

 

Não sabia o que haveria de responder. Será que contava a verdade ou simplesmente mentia e tornava tudo mais fácil…

 

- Porque…Ele abriu-se e o cartão saltou do sítio e é difícil encontrar um cartão SIM na relva. – Menti.

 

- Pois, lá isso é verdade. – Boa! Um pouco de verdade na mentira.

 

- Hum…Se alguma de nós quebrar a promessa, o pacto acaba?

 

- Vivi, porquê essa pergunta? – Ela olhou para mim com um ar desanimado.

 

- É só para saber o que fazer para o caso de me traíres. – Disse eu a rir. Meu Deus, sou mesmo uma péssima amiga.

 

- Isso nunca vai acontecer, mas caso acontecer, acho que não vai ser só o pacto que vai acabar… - Engoli em seco, mas de maneira a que a Sara não percebe-se que o tinha feito.

 

- Co…Como assim? – Disse eu com algum receio.

 

- Acho que a nossa amizade também… - Houve uma longa pausa por instantes. Ela não podia mesmo descobrir o que tinha acontecido naquele momento entre mim e o Gonçalo, perder a minha melhor amiga não. – Olha! Chegámos! – Disse ela a apontar para a casa da Camila e a sorrir. – Vá toca á campainha!

 

Avancei e toquei á campainha.

 

 

P.S: Outra coisa, eu agora estou aplicada/o a ler um livro em Inglês e treinar órgão, portanto é possível que tenha menos tempo para publicar posts! :)

publicado por Find Who It Is às 00:16 | link do post | comentar | ver comentários (6)
Terça-feira, 27.12.11

Capítulo 7 - Reencontro

Olá! Aqui está o 7º capítulo, e quem sabbe, hoje não conseguia chegar ao 10º capítulo! :) Espero que gostem e como este capítulo é grande quero dedicar ás pessoas que lêem e acompanham o blog.

 

 

P.O.V. Viviana

 

- Sim? – Disse eu.

 

- Olá, Viviana. – Eu reconhecia aquela voz.

 

- Quem é? – Perguntei eu.

 

- Hum, é o Gonçalo. – Estava prestes a desligar o telemóvel, quando… - Espera! Não desligues!

 

- Espera. – Fui até ao quarto para puder falar á vontade. Entrei no quarto e tranquei a porta á chave – literalmente. – O que é que tu queres?

 

- Quero só conversar contigo. – Disse ele.

 

- Pois, mas eu não tenho nada para conversar contigo, desculpa.

 

- Vá lá, Viviana! Não sejas assim.

 

- Gonçalo, a sério, eu e tu não temos mais nada para falar. – Lamentei. A verdade é que ia sentir a falta dele.

 

- Viviana, não tem que ser assim. – Disse ele com um ar triste.

 

- Tem, sim Gonçalo. Tu não percebes. – Eu sabia que se aquilo não acaba-se ali, eu ia começar a chorar.

 

- Viviana, dá-me uma chance. – Implorou ele.

 

- Não posso! – E aconteceu - comecei a chorar.

 

- Vem ao portão das traseiras. – Pediu.

 

- Vou a onde? – Não estava a perceber nada daquele pedido.

 

- Ao portão das traseiras.

 

- Okai. – Desliguei o telemóvel e sequei as lágrimas.

 

Destranquei a porta do quarto com muito cuidado e voltei a trancá-la do lado de fora. Só por causa das moscas.

 

Desci pé-ante-pé muito devagarinho, para a Sara não me apanhar. Quando cheguei á porta das traseiras, parei 1 minuto antes de a abrir também com muito cuidado. Abri e qual não foi o meu espanto, quando vi o Gonçalo á minha espera, encostado na parede com a cabeça para trás. Ele olhou para mim e sorriu. Dirigiu-se a mim e pôs as mãos dele na minha cintura.

 

- O que é que estás aqui a fazer? – Perguntei eu, enquanto lhe tirava as mãos da minha cintura.

 

- Vim falar contigo. – Ele tentou esboçar um sorriso.

 

- Mas eu não quero falar contigo. – Levantei o meu dedo indicador do lado esquerdo, onde se via o penso e o contorno seco do sangue que tinha escorrido.

 

- O que é que tu fizeste?! – Perguntou ele, agarrando-me na mão ainda com o dedo esticado.

 

- Chama-se “Pacto de Sangue”! – Ele ficou a olhar para mim com olhos de peixe.

 

- Tu és doida Viviana! – Disse ele a gritar.

 

- Shiu! Fala baixo! – Ele largou-me a mão com brutalidade.

 

- Isso tem alguma coisa a ver com aquilo que aconteceu entre nós os dois?! – Perguntou ele ainda a gritar.

 

- Porra! Já te pedi para falares baixo! – Disse eu a tapar-lhe a boca com a mão. – Talvez, em parte. – Encolhi os ombros e ele tirou-me a mão da boca dele.

 

- Desculpa. – Disse ele a acariciar-me a mão.

 

- Não faz mal. Ao que parece a Sara não ouviu. – Esbocei um sorriso um bocado para o amarelo.

 

- Eu não estou a pedir desculpa por gritar, eu não quero saber da tua amiga para nada! – Disse ele olhando para os meus olhos. – Estava a pedir desculpa por isto. – Ele apontou para o meu dedo com o penso rápido.

 

- Isso não foi culpa tua. Eu é que o quis fazer. – Disse eu, acariciando-lhe a cara.

 

- Eu amo-te, Viviana. – Agarrou na minha mão e entrelaçou os dedos dele nos meus.

 

- Eu também te amo, Gonçalo. – Sorri. Desta vez um sorriso mesmo verdadeiro e não forçado.

 

- A sério? – Ele parecia surpreendido por eu lhe dizer aquilo.

 

- Não! É só para me deixares em paz. – Disse eu a rir na brincadeira. Ele sorriu.

 

Eu sabia que tinha feito um pacto com a Sara, mas não resisti. Aproximei-me mais dele e beijei-o. Aquele beijo tinha sido mais espectacular que o primeiro. Mas quantas vezes mais. Ele brincou com a minha língua durante um bocado e depois afastámo-nos.

 

- Okai, é só para te lembrares que desta vez foste tu que me beijas-te. – Disse ele a sorrir.

 

- Eu sei. – Disse eu a rir.

 

- Viviana! – Ouvi a minha mãe a gritar dentro de casa.

 

- Tens que ir embora rápido. – Disse eu ao Gonçalo.

 

- Está bem. Adeus. – Disse ele e começou a correr.

 

- Adeus. – Disse eu.

 

- Viviana! O que é que estás aqui a fazer?! – Disse a minha mãe que apareceu de repente com a Sara atrás dela.


publicado por Find Who It Is às 16:48 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Capítulo 6 - Pacto de Sangue

Olá! Hoje já fiz mais um capítulo, não é muito grande, mas espero que gostem  e deixem comentário aí em baixo ↓. Adianto já que, este "Pacto de Sangue" ainda vai ter muita história.

 

 

P.O.V. Viviana

 

- Um pacto de sangue?! Tu estás maluca, Vivi?! – Disse a Sara

 

- Não! Vê, eu gosto dele e tu também, mas, nós somos melhores amigas á 5 anos! – Gesticulei as mãos como se fossem uma balança.

 

- Mas que pacto seria esse?

 

- Mesmo que ele goste de uma de nós, não o podemos beijar, nem curtir e muito menos namorar com ele.

 

- Okai. Tens uma faca? – Perguntou ela, apreensiva.

 

- Tenho e também tenho pensos. – Disse eu animada.

 

Fui buscar a faca á cozinha e os pensos á casa de banho.

 

- Okai, faz tu primeiro. – Disse ela, com medo.

 

Agarrei firmemente na faca pelo punho, levei a ponta desta á ponta do meu dedo e fiz pressão até fazer um pequeno corte, donde escorreu um fio de sangue escarlate.

 

- É a tua vez e faz depressa. – Disse eu.

 

Enquanto ela fazia a mesma coisa, caiu uma pequena gota do meu dedo para o tapete da minha sala. Ela fez o mesmo corte e tocámos nos dedos cortados uma da outra.

 

- Prometes nunca ter uma relação com o Gonçalo? – Perguntou-me a Sara. Eu sabia que a resposta me ia custar a sair, mas um pacto de sangue, é um pacto de sangue.

 

- Prometo, e tu? – Disse eu. Pensei que a resposta ia demorar a sair, mas foi rápida como um relâmpago.

 

- Prometo. – Disse ela. Tirámos os dedos uma da outra. – Uau! Isto foi a coisa mais excitante que alguma vez fiz contigo!

 

- Pois foi! – Eu ri-me. Abraçámo-nos durante um bocado. – Ah, pois! Toma um penso. – Só depois é que me lembrei que ainda tínhamos o corte a sangrar. Agarrei num penso e dei-lhe, depois agarrei noutro e coloquei-o.

 

- Hum, que horas são? – Perguntou a Sara.

 

- 7:26, a minha mãe já deve estar a acordar. – Disse eu a olhar para o visor do meu telemóvel. - É melhor irmos para a casa de banho, para nos arranjar-mos.

 

- Acho que é a primeira vez que concordo contigo, Vivi! – Nós rimo-nos as duas em uníssono.

 

Subimos as escadas até á casa de banho, até que eu me lembrei que tinha que ir buscar uma coisa ao quarto.

 

- Olha, tenho de ir buscar uma coisa ao quarto, mas vai começando a preparar as coisas e a arranjar-te. – Ela acenou com a cabeça e eu fui até ao quarto.

 

No caminho, comecei a sentir uma coisa a vibrar no bolso do lado direito das calças. Era o telemóvel. Tirei-o do bolso e olhei para o visor – Número privado. Atendi.


publicado por Find Who It Is às 16:05 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Capítulo 5 - Confissões

Olá! Aqui está o 5º capítulo, espero quee gostem e deixem comentário aí em baixo ↓!


 

- Olá, minha cigana. – Disse eu a atender o telemóvel.

 

- Olá, minha vadia. – Disse ela a rir. – Ouve lá, mas tu hoje acordas-te a que horas?

 

- Pois, 4 da manhã, acho eu. – Disse eu a fechar um olho.

 

- 4?! Tu és doida Vivi?! – Disse ela do outro lado da linha.

 

- Pois…Não sou, mas para lá caminho, princesa. – Disse eu a rir. – Olha, vem cá a casa, para me ajudares com os trabalhos de casa.

 

- Está bem, só preciso de preparar a mochila e vou já para aí, amor.

 

- Okai, mas despacha-te, tenho novidades. – Disse eu.

 

- Estou ansiosa por ouvir! – Disse ela.

 

Passado 20 minutos ela chegou. Abri-lhe a porta e ela entrou.

 

- Então, conta lá as novidades. – Disse ela agarrando-me nas duas mãos e puxando-me para o sofá.

 

- Bem, hoje tive uma insónia e fui até á piscina comunitária do condomínio. – Disse eu entrelaçando os meus dedos nos dela. – E estava lá o Gonçalo da rua 12.

 

- Ó meu Deus! O que é que aconteceu? – Perguntou ela de queixo caído.

 

- Bem, conversámos um bocado e de repente, ele…ele… - Pensei se era mesmo a ideia certa contar aquilo á Sara, afinal ela já tinha tido um fraquinho por ele.

 

- Ele o quê? – Perguntou ela de olhos esbugalhados.

 

- Ele beijou-me. – Disse eu e baixei a cabeça.

 

- E tu? O que é que tu fizeste? – Perguntou ela.

 

- Eu…eu…deixei. – Disse eu olhando de olhos bem abertos para ela.

 

- E o que é que aconteceu depois?

 

- E depois ele disse que me amava… - Só depois de contar tudo á Sara é que me apercebi de três coisas: a Sara gosta dele; eu deixei-o beijar-me e pior, gostei do beijo; e por último, eu também estava apaixonada por ele.

 

- Isso é óptimo Vivi! E tu gostas dele? – Ela parecia animada, mas eu sabia que no fundo lhe doía.

 

- Acho que sim, mas acho que não sou a única. – Disse eu a sorrir para ela.

 

- Isso já foi á muito tempo – Disse ela a rir.

 

- Eu conheço-te Sara, tu não deixas de gostar de alguém de um dia para o outro. – Disse eu a olhar para ela.

 

- Oh, isso não interessa! O que interessa é que ele gosta de ti e tu gostas dele. – Disse ela a sorrir.

 

- Sara… - Disse eu a olhá-la nos olhos. – Por favor, nós somos amigas á 5 anos, sabes que podes confiar em mim.

 

- Okai, se calhar ainda gosto um bocadinho dele. – Disse ela com um ar desanimado.

 

- Eu sabia. – Disse eu a olhar para ela a sorrir. – Vamos fazer um pacto!

 

- Um pacto? – Ela olhou confusa para mim.

 

- Sim um pacto de Sangue…

 

publicado por Find Who It Is às 01:56 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Segunda-feira, 26.12.11

Novo Visual

Olá! Portanto, acabei de fazer um novo visual para o blog, e gostava que deixassem um comentário aí em baixo ↓ para eu saber se gostaram ou não! E também aproveito já para dizer que o 5º capítulo está pronto amanhã!

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publicado por Find Who It Is às 22:40 | link do post | comentar

Capítulo 4 - Escolhas

Olá! Em primeiro lugar e antes de dizer mais alguma coisa, queria agradecer á -VMatos que tem sido muito simpática para mim! :) E depois gostava que comentassem os meus "posts" mesmo que não tenham gostado, que é para eu saber a vossa opinião.

 

 

 

P.O.V. Viviana


- Eu também te adoro Vivi, mas vens correr comigo ou não? – Perguntou ele a rir.

 

- Hum, se calhar é melhor ir para casa. Ainda tenho de me ir arranjar para a escola. – Disse eu enquanto puxava o ranho para cima.

 

- Bem, que te tens de arranjar lá isso tens. – Disse ele a rir a olhar para o meu estado.

 

- Hey! Eu sei que não estou nenhuma beldade, mas não é preciso ofender. – Disse eu a rir.

 

- Está bem, queres que eu vá contigo para casa? – Perguntou ele, erguendo uma sobrancelha.

 

- Acho que isso ainda consigo fazer sozinha. – Disse eu metendo-lhe a mão no ombro.

 

- Okai, então até logo. – Disse ele e deu-me um beijo na testa.

 

- Até logo, vens connosco? – Ele já tinha começado a correr portanto tive de gritar.

 

- Vou se a Camila for! – Gritou ele lá do fundo.

 

Eu já nem me esforcei a dizer mais nada. Comecei a andar, devagar, porque ainda eram 5:37 e ainda tinha muito tempo. Senti-me cansada, não sei se terá sido por causa do Gonçalo ou da insónia – ou das duas coisas. Queria recuar no tempo e fazer tudo ao contrário, ou pelo menos algumas coisas. Mas como o Francis disse “O que está feito, está feito, a única coisa que podes fazer é estragar ainda mais as coisas ou melhorá-las”. Mas o problema era mesmo esse: Melhorá-las como? E podia ser ainda pior do que já é? Infelizmente, a decisão só podia ser minha.

 

Tanto pensei nisto que quando dei por mim já estava na minha rua, andei mais um bocado até chegar ao portão da minha casa. Abri-o sem fazer muito barulho, não queria que o Max acorda-se e começa-se a ladrar que nem um doido e acorda-se também o resto da família. Depois de atravessar o quintal da frente, meti a chave na fechadura com muito cuidado e abri da maneira mais suave possível. Descalcei as minhas botas e subi as escadas com a pontinha dos pés.

 

Depois de subir as escadas todas, e virei para a esquerda, onde fica a minha casa de banho. Despi a camisola, as calças, as meias e a roupa interior e entrei na banheira. A água vinha fria como sempre, mas em vez de me desfiar da água, meti-me debaixo dela, com a água sempre a bater-me nas costas. E depois a água começou a ficar quente.

 

Molhei o meu cabelo loiro e agarrei no champô. Meti um bocado em cima da cabeça e massajei o cabelo. Depois do champô ter entrado bem em todo o cabelo, voltei a passar o cabelo por água até retirar o champô todo.

 

Depois molhei o corpo e meti um bocado de gel de banho e esfreguei com a mão. Esfreguei por todo o corpo e retirei todo o gel de banho.

 

Passei o corpo uma última vez por água e saí. Puxei o tapete com um pé mais para o pé do poliban e saí. Estava um gelo na casa de banho, que agarrei logo na toalha e enrolei-a á volta dos ombros. Saí da casa de banho e fui até ao meu quarto.

 

Aproximei-me do roupeiro e encontrei uns jeans pretos e justos e uma camisola da Vans que era do Francis e ficou comigo desde o Verão, meti-os em cima da cama e fui às gavetas escolher a roupa interior. Agarrei num conjunto de soutien e cuecas pretos. Vesti-me e fui até á casa de banho para secar e pentear o cabelo.

 

Agarrei no secador e meti a velocidade no mínimo, e deixam-me dizer-vos, que secar um cabelo tão comprido como o meu na velocidade mínima, não era fácil. Depois de quase meia hora a secar o cabelo, ele estava seco. Agarrei na escova e penteei-o. Para variar tinha chocas em tudo o que era sitio.

 

Saí da casa de banho e fui até á cozinha, olhei para o relógio – 7:00, dentro de meia hora a minha mãe ia acordar. O meu estômago roncou uma vez antes de eu ir ao frigorífico. Agarrei num pacote de leite Vigor com chocolate. Abri e bebi tudo de uma só vez.

 

Senti uma coisa a vibrar no bolso do meu lado direito, olhei para o visor, era a Sara.

 

publicado por Find Who It Is às 21:16 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Capítulo 3 - Melhor dos Melhores

Olá! Aqui está mais um capítulo, como pedido pela -VMatos! Muito obrigado por comentares e leres!

 

 

 

P.O.V. Viviana

 

Olhei para ele, espantada. Aquele “amo-te” tinha sido muito forte para mim. Senti-me zonza.

 

- Des…Desculpa. Tenho mesmo de ir. – Disse eu com os olhos inundados de lágrimas.

 

Saí pelo arco principal da piscina sempre a olhar em frente. Olhei para o telemóvel, indicava 5:00 da manhã. Boa! Mesmo com aquilo tudo só se tinha passado uma hora!

 

Liguei outra vez para a Sara – desligado, liguei para a Camila – desligado, liguei para a Inês – desligado, liguei para o Francisco – a chamar!

Finalmente alguém tinha o telemóvel ligado. Depois de três toques…

 

- Olá, Vivi! – Disse ele muito animado, como sempre.

 

- Olá, Francis! – Disse eu também animada. Aquele rapaz conseguia sempre fazer-me rir. – Estás acordado?

 

- Não, Vivi, eu atendo o telemóvel enquanto durmo. – Disse ele com um ar irónico.

 

- Hum, pois, pergunta estúpida. – Ri-me. – Onde é que estás?

 

- Ia agora correr um bocadinho, princesa.

 

- Posso ir contigo? – Perguntei eu.

 

- Tu? Correres? Comigo? Pois, claro. – Disse ele a rir.

 

- Okai, eu sei que não sou muito atlética, mas acho que aguento uma corridinha, para além disso são 5:07 da manhã e não encontro nada melhor para fazer. – Disse eu com um ar aborrecido.

 

- Podias ir á piscina. – Disse ele. A sério?

 

- Pois…Hum…Longa história, conto quando estivermos a correr. – Disse eu e desliguei o telemóvel.

 

A casa dele não fica muito longe da minha, sendo que eu moro na rua 23 e ele mora na rua 24. Olhei para as tabuletas: “Rua 30”, bem só tinha que andar mais 6 ruas.

 

Quando cheguei á porta da casa dele, já ele estava á minha espera. Correu na minha direcção e abraçou-me com tanta força que me levantou do chão.

 

- Ah, princesa! – Disse ele enquanto me pousava no chão.

 

- Até parece que não me vês á anos! – Disse eu, enquanto ria.

 

- E se calhar até nem vejo. – Disse ele também a rir. – Então, conta lá, porque é que não estás na piscina?

 

- Hum…Pois... – Disse eu enquanto coçava a cabeça. – Sabes o Gonçalo da rua 12?

 

- Claro que sei! Ele costuma andar aí de skate. – Disse ele. – Mas o que é que aconteceu com ele?

 

- Bem…Ele estava na piscina, e…

 

- Oh, rapariga! Desembucha! – Disse ele, metendo as mãos no ar.

 

- E…E…Ele beijou-me. – Disse eu a morder o lábio.

 

- Huao! Pára aí! Ele o quê?! – Disse ele com os olhos mais esbugalhados do que um peixe.

 

 - Ele beijou-me e disse que me amava. – Disse eu, e as lágrimas começaram a escorrer-me na cara.

 

- Então princesa, não precisas de chorar. Anda cá. – Disse ele e deu-me um abraço.

 

- Mas eu não sei. – Disse eu enquanto me agarrava mais a ele.

 

- Princesa, deixa andar e vê o que acontece. Qualquer que seja a tua decisão, eu vou apoiar-te. – Disse ele a sorrir para mim.

 

- Obrigado, lindo. – Disse eu a sorrir também.

 

- Agora vá, não chores mais. – Disse ele a secar-me as lágrimas.

 

- Eu adoro-te Francis. – Disse eu a abraçá-lo. 

sinto-me: Feliz
publicado por Find Who It Is às 18:53 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Capítulo 2 - Revelações

Olá! Portanto, este é o segundo capítulo da minha fic. Eu sei que ainda não tiveram tempo de comentar nenhum dos meus novos “posts”, mas espero que, comentem, quando acabarem de ler.

 

 

 

- Olá. – Disse ele. Ele estava sentado na borda da piscina com as pernas cruzadas á chinês.

 

- Hum, posso? – Apontei para o chão ao lado dele.

 

- Claro! – Sentei-me também de pernas cruzadas á chinês. – O que é que estás aqui a fazer?

 

- Estava com insónias, e tu? – Olhei para a lua, estava linda.

 

- Também. – Olhámos um para o outro. – Gostas de vir aqui?

 

- Gosto, claro! Mas como é que sabes? – Olhei com um ar confuso para ele.

 

- Não é complicado, vejo-te sempre aqui. – Ele riu-se.

 

- Hum…Pois… - Disse eu com um ar envergonhado.

 

- E também te costumo ver nas peças de teatro aqui do bairro. – Agarrou num bocado de cabelo que me tinha caído para a frente da cara e meteu-me atrás da orelha.

 

- Ah, sim, é possível. – Disse eu a corar cada vez mais. – Também já te vi aí na rua, com o Gustavo.

 

- Ah, sim, o Gustavo! Ele é bom rapaz. – Disse ele a sorrir. Nunca tinha reparado mas o sorriso dele é simplesmente, perfeito. Olhámo-nos um bocado nos olhos e ele aproximou-se mais um bocado da minha cara. Foi-se aproximando e aproximando, até os seus lábios tocarem nos meus. 

. Meteu-me uma das mãos na cara e a outra na cintura e puxou-me com força para ao pé dele. Eu agarrei no cabelo que estava na nuca dele e soltei um gemido. Afastámo-nos e ambos ficámos ofegantes.

 

- Hum…Okai…É melhor…Hum…Eu ir para casa. – Disse eu e levantei-me. De repente senti uma mão forte a agarrar-me o ante braço.

 

- Espera… - Disse ele suavemente. 

 

- Diz. – Disse eu a olhar para os olhos azuis dele. Ele largou-me.

 

- Amo-te. – Disse ele.

 

sinto-me: Espantado/a
publicado por Find Who It Is às 18:02 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Capítulo 1 - Insónias

Olá! Finalmente a fic vai começar! Por favor ponham-se confortáveis e não larguem os computadores! (LOL) Falando a sério, espero que gostem da fic e que comentem, porque se não o fizerem, não vou saber se gostam ou não! Aqui está o primeiro capítulo: 

 

 

 

P.O.V. Viviana

 

Quando abri os olhos, o quarto estava escuro, não se via nada, nem mesmo a mesa-de-cabeceira que estava mesmo ao meu lado. Andei um bocado ás apalpadelas para descobrir o interruptor do pequeno candeeiro em cima da mesa. Quando descobri e liguei o candeeiro, fiquei encandeada. Agarrei no telemóvel que estava em cima da mesa e liguei-o. Eram quatro da manhã, faltavam 3 e meia para a minha mãe se levantar. Até lá, não sabia o que haveria de fazer.

 

Liguei para o telemóvel da Sara – desligado, liguei para o telemóvel da Camila – desligado, liguei para o telemóvel da Inês – desligado e liguei para o telemóvel do Francisco – desligado. Estavam todos a dormir, tanto na minha casa, como fora dela. 

 

Pousei o telemóvel na mesa-de-cabeceira, e fui até ao meu armário, agarrei numa camisola preta de alças e nuns jeans de ganga. Vesti-me e desci para o piso de baixo e calcei as minhas botas “Timberland”. Fui até á casa de banho para escovar o cabelo e os dentes. Agarrei no telemóvel e nas chaves e saí porta fora. 

 

Era preferível estar na rua do que em casa, mesmo que em ambos os lados ninguém estive-se acordado. Dirigi-me até á piscina comunitária do condomínio. Á medida que me ia aproximando avistei uma silhueta, parecia de homem, mas não tinha certeza. Continuei a andar, mas afastei o olhar para aí umas dez vezes – por passo. Quando me aproximei o suficiente da figura para perceber que era o Gonçalo da rua 12. Andei mais um bocado desta vez, olhando fixamente para ele.

 

- Olá! - Disse eu.

sinto-me: Curioso/a
publicado por Find Who It Is às 16:30 | link do post | comentar | ver comentários (2)

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